sexta-feira, 1 de junho de 2012

Quando o mundo para


Quando o mundo para

Negro o meu olhar
Sereno ao buscar o teu
Encontro luz a raiar
Queimando o eterno adeus

Hoje vi-me feliz, ter-te em meus braços, sentir o ar quente que nos rodeava, o suor a escorrer pelo teu rosto.

Ofegante
Nervoso
Eterno!

Triste vi-me hoje
Sem teus braços me apoiar
Sem teu rosto contemplar
Com a distância do teu carinho
Com o rasgar da crueldade divina

Por momentos temos que parar, ou apenas fazer o mundo deixar de girar

Sem comentários:

Enviar um comentário